Para além de escritos copyleft, em que você deveria atribuir os créditos a mim quando citasse algo desse troço aqui, reverto até essa idéia, e informo que, desde já, você cita se quiser. Se não, pode até mesmo se apropriar de algo e dizer que foi você quem escreveu. Esse troço aqui começa em mim e se amplia em quem lê. Poesia existe através d@ outr@, se não, era apenas diário metafórico em verso lido e deglutido somente por mim. Idéia nenhuma é minha, daí a impossibilidade da minha propriedade para com esse troço aqui. As idéias apenas se juntam aleatoriamente e momentaneamente entre alguns impulsos e ligações neurais e se materializam, no presente momento, em alguns elétrons [acredito eu, quase em tom de fé, pois que de uma lógica racional para compreender como funcionam os computares eu prescindo], aos quais as maravilhas modernas permitem armazenar em algum lugar do mundo [que eu realmente não sei se existe] e disponibilizar em um monitor. Propriedade intelectual é ilusão. Como eu disse tempos atrás:
“se” “eu” “acreditasse” “na” “propriedade” “intelectual” “,” “só” “escreveria” “assim” “…”
Esse troço aqui é copyleft, é domínio público, é sampler, é sem eira nem beira, é a casa da Mãe Joana. É. E eu acho que só de ser, basta.

Que isso… precisa tanto?
Eu escrevo também… e peço muito os créditos. Quando alguém se apropria da obra criativa de outro, ofende mais a si mesmo do que ao outro, por isso não ligo muito. Mas peço muito.
É uma questão de vista do ponto… Não me importo com isso, mas respeito muito a opinião dos outros quanto aos seus direitos sobre o que se escreve, apenas não acredito que palavras sejam propriedade de alguém… Valeu pelo comentário.