No fundo eu tento acabar com essa tristeza
acariciando os cacos da garrafa de pinga
quebrada dentro da bolsa
beijando voluptuosamente o ar que ainda resta
dentro da noite
sumindo dentro
subindo fora
liquefeito nos poros da noite
percolado nos vãos da terra firme
erosivo e turbrilhante morrendo a carne
feita água
sob o véu esperado da noite