Cada beleza é própria, é uma.
Sem fórmulas, padrões, bases, mistérios.
Cada uma com seu ponto médio.
É só destapar, não os olhos,
mas o peito e retirar os
grilhões da imagem.
Tantas belezas, todas reais, próximas,
tocáveis ao ponto mesmo do prazer.
Tanta beleza pra se ver
e o mundo insistindo no primado da feiúra.
Ouro Preto/MG