De pé a pé a cidade é micro, da altura de encontros,
da dimensão de tropeços.
São lugares dentro de lugares juntando espaços.
De bicicleta a cidade é perto, da altura de um banco,
da dimensão de movimentos.
São paisagens afetivas percebendo e sentido espaços.
De moto a cidade é gigante, da altura de um olhar,
da dimensão de segundos.
São fluxos velozes descortinando os espaços.
De carro a cidade é pequena, da altura de um busto,
da dimensão de minutos.
São fixos perpassados que formam espaços.
De ônibus a cidade é ampla, da altura de um arvoredo,
da dimensão de horas.
São formas arrebatadas na existência dos espaços.
De metrô a cidade é comprimida, da altura de um túnel,
da dimensão de frações.
São estruturas indutoras da mobilidade em espaços.
Deslocar-se na cidade é viver na altura da urbe,
na dimensão do cotidiano.
São processos que abrem o espaço aos espaços.
Adorei!
CurtirCurtir
amo as geográficas!!!
CurtirCurtir
Só vcs geógrafas pra gostar mesmo… Mas essa, bem particularmente, eu tb…
CurtirCurtir