0113. Ode em acróstico

MorRE NA TÁvola celestial minha alma
Indo como uma RÉ NA TAverna dos céus
Nunca melhoRE NATAlina enfermidade calma
Hoje vejo o belo, nesta torRE NATA dos réus
Aonde ré é RE, NA TÁbua sonora da palma

Rogo que nunca possa pereceR
Este amor que personifica vocÊ
Nunca se finde como um can-caN
Ante um ato de pouca afrontA
Tão pouco tente mudar de habitaT
Amo você por demais, RENATA

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