O que alucina é o enclausurante
sentido posto ao amor de então.
Uma ditadura velada à pluralidade
do amor.
Fecharam-no em conceitos,
cassaram-lhe as possibilidades de
seus existires.
Exilaram o amor em seu oposto,
pondo-o na imanência.
Falaram-me certa vez que a prova
máxima do amor divino
foi o livre arbítrio.
E nós aqui, aprisionando
a liberdade…