1531. Novas perrengues do cotidiano

Deixa eu te dizer
o que eu penso
pra pensar depois
Deixa eu te mostrar
como tudo foi tão
feijão com arroz

Deixa eu te contar
como ele apareceu
Deixa estar e não
diga ainda que tudo
já morreu

Deixa a poeira assentar
pra eu te dizer assim
Deixa, que por isso,
o amor não chegou
ao fim

Mas se não quiser
deixar, deixa que
eu me viro sem
Fico com o baião
de dois, sem sentido
mas fico bem

Deixa essa pose de
lado que eu sei o
que você sente
Deixa de papo furado
que eu sei que você
mente

Deixa eu com você
mais uma vez
Deixa que nem rola
mais um nós três

Deixa essa raiva
de lado que uma
úlcera vai vir
Deixa que eu não
quero mais ver
você se ir

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