1631.

Eu te amo moreno
Nós dois juntos sem fim
Eu te amo moreno
Num sertão grande assim
Eu te amo moreno
Vereda longa em mim
Eu te amo moreno
Eu, teu Diadorim

No campo, no rego, no corte
No açoite, na bala, no fim
Sou teu companheiro de morte
Eu, teu Diadorim

Teu peito não conhece o meu
Uma coisa reta em mim
No que avulta em tuas pernas
É um espaço em Diadorim

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