1680.

Tio Irã costura a barra
Uma bainha bem feita
na máquina velha
Cada ponto um palavrão,
desses cabeludos que não
se colocam em poesias
que pintam quadros ensolarados
Um gatinho na varanda
Vovó fritando lingüiças
Pai com o jogo na tv
e seu sono sempre acordado
Alguém compra dim-dim
Debaixo do pequizeiro,
a sombra e ao lado do
Araguaia e dentro da sombra,
eu

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