2929.

A realidade fragmentada.
Alinhando o céu, o continente e o subsolo,
num grave risco,
num longo verso,
pausada e candente dança
que a luz embaça.
A esmurro abertamente bento,
desnudando o desejo e o dia.
O que te acorda ainda não morre.
E se vê toda a espera,
brevidade póstuma predestinada,
irromper em teu espírito
o fluxo e a ideia.

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