3086.

me resguardo.
não pára quando
o carnaval chegar,
não para a purificação,
nem posto, dado a perdição.

eu rês, guardo-me
numa regurgitação
entre o estômago e a boca.
sem pré, sem pós
sempre no limiar do excremento.
excrescência de consciência
que não crê,
é pura ciência em crença.

daí que eu aguardo,
Algo
e me agarro nesse resguardo:
vísceras num acaso pausado.

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