3263. Maloqueiro

a gente deambula
cai pra lá e pra cá no vai e vem das ruas
se mete até em reino de almas nuas
dá as caras no rol das estátuas de alta envergadura
bota o próprio busto pra jogo, na ranhura
finge elegante, finge reticente, pura gastura
mas no fim é só mais um maloqueiro,
que meio se arroga, meio matuta
puro baseado, além força bruta
tanto calado, todo prosa, mesmo na fissura
o que se prostra em seu devido lugar:
a peregrinação da lida da lua

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3263. Maloqueiro

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