3715.

A todo quase elas vêm
Não há só um mar aqui
Há um nó aquoso
Adere a garganta toda
E cria um curso perene
Que cachoeira os olhos

Elas lubrificam a visão
Lavam as retinas
Mesmo turvando o olhar
Deixam tudo mais claro
Cristalino
Pelo cristalino dos olhos

Essas lágrimas me inundam
E descem marés cheias
Pela orla do meu rosto

Espero nascentes da minha boca
Pra dizer o tanto quanto
A sua falta me maremota

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