0062. Catarse a la Freud e Castañeda

Ao escrever mergulho
Procuro ir fundo em minha psique
O ato poético de escrever
É para mim uma auto-hipnose
Deixo fluir os traumas
Os infantis e os momentâneos
A poesia é a terapia que indico
Se o mundo está problemático
E a vida não vele uma migalha
Descubra a poesia do cotidiano
E tente tratar-se com isso
Se a neurose invade a vida
E quer lhe da a pura morte
Sê como eu, admira o simples
Aquilo ao qual você passa
E nunca outorga importância
Aquilo que pode te fazer feliz
Veja a selva concreta e estática
Da criação/destruição humana
E se a isso não puder admirar
Observa a magia da luz do sol
E se bronzeie e, pelas manhãs,
Tome boas doses de vitamina D
Pois é o mundo a nossa volta
O único mundo agora possível
O único mundo que você, “normal”,
Pode conseguir observar e ver
Mas se você não é e nem quer ser
Esse protótipo de ser normal
Abra a mente e veja o além
Pois você é mais complexo
Então, como numa auto-hipnose,
Abra a mente e veja seres luminosos
O mundo é feito de fibras luminosas
E que o sonho pode ser tudo
Entre em seus sonhos e aprenda a sonhar
Veja o que se passa neles
E os torne uma outra realidade
Usando-os para resolver seus problemas
Usando-os para aprender a viver
Portando sê anormal e construa seu divã
E se deite e durma e sonhe
Pois o sonho é a sua válvula de escape
E se o mundo normal te dá neurose e medo
Fuja dele de qualquer maneira

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