0414. Não há ponte

Onde jaz aquele mundo outrora meu?
Perdi-me em mundo algum
Num relance do que cri em demasia
E aflige-me a quintessência do inexistente
O amálgama do meu mundo à realidade
Não há ponte, não há parto
Todos já se foram
E me deram a mim em demasia
Fiquei na inconstância de dois mundos

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