0741. Obviedade XIV

Era um rapaz sorridente
Sempre que a via, sorria
(Como sorria para todos)
Ela nada abstraia
(Como fazia com todos)

Um dia o sorriso foi embora
E então léguas de distância
Mostraram que no ato
De sorrir para todos
Era que ele dizia: te amo
(Não que isso importasse alguma coisa)
(Afinal… era só um sorriso)
(Afinal… era só amor mesmo)

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