1714. Pra ela II

Tem o volume da sua cintura
Essa coisa que não se agüenta
Assim, minha cabeça pendendo
Na tua barriga, os pelos da minha barba
Roçando o incontido do teu umbigo
Uma coisa assim perfeita
As dobras quando se curva
Justapondo a perfeição num conceito
Para além do greco-romano
O tom moreno da coisa
Como as tardes de seca do planalto
Seria a umidade salgada do encontro do meu rosto
Na sua barriga e tudo moreno

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