1899.

Há buzinas
Mesmo, deve haver cores,
trânsito, deve estar lá.
Bandeiras hasteadas,
brados de vitória.

Tudo lá fora,
o mundo se escolhendo
se encolhendo
entre a possibilidade
da merda e o
cogito da bosta.

Há buzinas azuis,
bandeiras rotas,
trânsito de possibilidades.

Quem ganha? Quem perde?
Eu me encolho
E me escolho

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