2925. Para o Pássaro Proibido, com carinho.

Mecenas, Mecenas, Mecenas!
Me encena um ato público
Me ensina uma canção
Me acena uma gesto mímico
Me insinua a cultura da produção

Mecenas, Mecenas, Mecenas!
Me insere na indústria midiática
Me insufla a inspiração
Me encerra no ato poético
Me estatiza toda a criação

Mecenas, Mecenas, Mecenas!
Me acentua a espontaneidade
Me assessora na elaboração
Me inculca o drama
Me assiste na televisão

Mecenas, Mecenas, Mecenas!
Me encoraja o dom
Me introduz a projeção
Me envolve nas cifras
Me investe apenas um milhão

Deixe uma resposta