3501. Quando o malaco biama

Segui! – parti pra fita de touca, esparrada.
mmmmmm Quebrada toda ornada –
mmmmmm Grafites de mil cores!
Segui; vibrando só. Fumaça, ataca a mente.
mmmmmm Vibrei, fugi dum crente,
mmmmmm Que só pregava dores.

Avistei a viela. – Os estreitos becos
mmmmmm Afunilando os secos
mmmmmm Momentos dos horrores,
De manos que tombaram e sumiram rente
mmmmmm Sua casa nascente –
mmmmmm Espasmos e suores.

De rolê na noite, gato pardo, meu olho
mmmmmm Vê a fita que escolho,
mmmmmm Sem quaisquer pormenores:
Não é fita dominada, coisa incerta
mmmmmm É uma coisa que aperta
mmmmmm Dá frios e calores.

Não é 157, nem caixa explodido,
mmmmmm É só peito ferido –
mmmmmm Maloqueiro de amores –
Que cai na madrugada estilhaçada, só.
mmmmmm E seu único B.O.
mmmmmm Foi perder seus primores:

Brenda, rainha, dona da minha paixão,
mmmmmm Toda estilo e atração,
mmmmmm E Ana, de altos valores,
Soberana da conversa e do meu juízo.
mmmmmm Eu perdi o paraíso
mmmmmm Por regar duas flores.

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3501. Quando o malaco biama

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