1579. Do incrível dia árabe em que encontrei um francês manauara

Subia calmamente a alameda silvestre
De campos em flor e galhos secos de andiroba
Ouvia as palavras gravadas em mp3 do mestre
E dava tempo de sentir revoltar a gororoba
E como as luzes luziam mais forte a dor
Das tardes cálidas de um deserto chuvidio
Ah e os dissabores que brotavam como flor
Por todos os cantos do tudo partido

Eis que vejo aquela intrépida figura pálida
De olhar puxado no mais que tudo longínquo
Era a lenda viva do mítico francês manauara
Que se abria para o marco do infinito

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