2702. Paráfrase cajuística

Morrermos: a que será que se destina?
Posto que onde ele te deu o negro que cortina
Ouvi que és uma alma só e que é certa a cisma
Da menina feliz que só a ti arruína
Tão certo cai-se a lágrima que se afina
Mas quiséramos vivermo-nos dor que amofina
“A cajuína cristalina em Teresina”

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2702. Paráfrase cajuística

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