3029. Diurna*

O mesmo império foi-se, oh torpe!
Desgraça dos agouros, fugida das trevas
De branco despes as noites
De matar estrelas

Ceifa bruta, corta noturna
Sorri o maldito, sensível inferno meu
Favela, espinho que sangra
Infincando as minhas têmporas

Inflama de prostrar, minha bruta
Darks mares que ampliam a tormenta cinza
Peso azedo que acorda
Ante a minha solidão

Abisma-me, salta, trovão das nuvens
Dos olhares geométricos da indiferença
Vestida dos meus pesadelos, neurônio que endoida
Vai, morre em mim

Amaldiçoaria sangue, minha alma com a sua
Carreado de suspense, feudo dos ocasos

O mesmo império foi-se, oh torpe!
Sorri o maldito, sensível inferno meu
Peso azedo que acorda
Vai, morre em mim

Amaldiçoaria sangue, minha alma com a sua
Carreado de suspense, feudo dos ocasos

Voaria esfaqueia, suas unhas entram em mim
Bebe o lodo escuro, vem, suja todo vão

No acobertado da tua pele, precisa
Pobre de mentira e a mim falseou
Que nunca nadara presa, diurna
Pelos escaleres

Mato meia meta, orquídea podre, oh meta!
Dos mesmos impérios de matar estrelas…

*Paráfrase de:

(Junio Barreto – Noturna)

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